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Jornalismo
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| De:
Wanderlino Arruda
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Data:
7/9/2008 08:35:26
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| Cidade:
M. Claros
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ONDE O AMOR É MAIOR
Wanderlino Arruda
Permita-me, leitor, continuar com mais alguns comentários sobre o Livro "Montes Claros, Sua História, Sua Gente e Seus Costumes", do nosso companheiro Hermes de Paula, o maior amado-amante da cidade, um dos melhores montes-clarenses de todos os tempos. Foi, aliás, outro bom montes-clarense, Newton Prates que, prefaciando a obra na primeira edição, afirmara ser o relato histórico de Hermes de Paula um trabalho valioso, um modelo de honestidade. "Do alvorecer aos dias atuais, o livro é um quadro colorido, cheio de vida, um testemunho palpitante da força criadora de gerações". Para ele, "o livro não é apenas de interesse regional, é uma contribuição para o estudo do folclore, dos usos e costumes, da marcha da civilização no interior do Brasil", pois, "Montes Claros é o milagre do sertão". "Quem nela viveu nunca a esquecerá. Se está distante, a lembrança da cidade querida permanecerá sempre, ao seu lado, carinhosa e fiel". Como Newton, também o seu parente Juca Prates, famoso pelo amor a Montes Claros, é personagem de Hermes de Paula. Também estão no livro Gonçalves Chaves, Honorato e João Alves, Celestino Soares da Cruz, o Cel. Antônio dos Anjos, José Correia Machado, Honor Sarmento, os três xarás Simeão Ribeiro dos Santos, Simeão Ribeiro da Silva e Simeão Ribeiro Pires, nome de uma importante rua de Montes Claros. Homens e mulheres foram um contínuo desfile de trabalho e de saudade e Hermes os traz para o nosso convívio em ameno bate-papo, lembrando velhos tempos, quando a televisão ainda não ocupava o lugar principal em nossas horas antes de dormir. Com Hermes de Paula, vemos chegar a Montes Claros o primeiro "bicho caminhão", em 1920; ouvimos os tiros de pré-revolução de 6 de fevereiro de 1930; vemos acender as luzes dos lampiões de querosene, de 1912, e da usina hidrelétrica do Cel. Francisco Ribeiro, em 1917. Aparamos águas nas bicas do século passado e nas torneiras do século presente, no sonho finalmente concretizado depois de 82 anos. Com ele, assentamos os primeiros paralelepípedos, na Rua Quinze e os primeiros blockrets na Rua Rui Barbosa e na Praça Doutor Chaves; em 1950, com o dr. Alpheu; em 1955, com João F. Pimenta; e em 1957, com Geraldo Athayde. Com Hermes de Paula, pavimentamos até o pavimento a que ele não quis se referir, as muitas ruas calçadas pelo Capitão Enéas Mineiro de Souza, seu adversário político na campanha para prefeito de 1950. Com Hermes, ficamos sabendo de velhos nomes de logradouros públicos: Rua do Pedregulho, atual Gonçalves Figueira, ex Joaquim Nabuco; Rua da Assembléia, atual Afonso Pena; do Bate-Couro, a Governador Valadares; do Pequizeiro, a Cel. Antônio dos Anjos; Largo da Caridade, a nossa Praça Dr. Carlos; do Urubu, a ainda velha Floriano Peixoto. É ele quem afirma ser o esdrúxulo nome do Roxo Verde proveniente de personagem de Alexandre Dumas, da literatura francesa, etimologicamente Rochefert. É Hermes que põe o nosso saudoso Pedro Mendonça fundando a Malhada, o Santos Reis e hoje, dividindo as terras em lotes para evitar a solidão. É Hermes que faz funcionar uma liga contra o alcoolismo e a faz acabar com as licenças dos associados de goelas secas. É ele quem põe o povo entregando um relógio de ouro ao Dr. João Alves, depois de uma terrível epidemia. É por isso que ninguém sabe onde é maior o amor, se em Hermes de Paula, se em Montes Claros, uma vez que o autor se mistura com as personagens, numa paixão de nunca acabar.
Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros
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| De:
Petrônio Braz
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Data:
7/9/2008 05:49:51
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| Cidade:
Montes Claros/MG
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| E-mail: petroniobraz@hotmail.com
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Trânsito caótico
Sem que tenhamos necessidade de nos socorrer da Teoria do Caos, que vem sendo desenvolvida a partir da década de 1960, quando o meteorologista norte-americano Edward Lorenz descobriu que “acontecimentos simples tinham um comportamento tão desordenado quanto à vida”, ou dos estudos de Yorke e Robert May com a chamada “equação logística”, somos levados a admitir que o trânsito nas ruas de Montes Claros está confuso e desordenado. A falta de ordem, determinada pela própria estrutura urbana da cidade, vem se agravando com o crescimento diário do número de veículos nas vias públicas, carros e motocicletas, com a presença de carroças e principalmente de grande quantidade de bicicletas. Essa desordem é, sem sombra de dúvidas, o grande problema a ser enfrentado pelos futuros administradores locais. Por outro lado, os passeios, mesmo os do centro da cidade, não atendem ao fluxo dos pedestres, que muitas vezes são levados a transitarem pelas pistas de rolagem dos veículos. O trânsito pelas vias públicas é regulamentado por lei. Os condutores de veículos motorizados são preparados em escolas, mas muitos deles, por necessidade forçada pelas circunstâncias, são levados à inobediência das normas pré-estabelecidas. Apesar do aumento do número de cruzamentos controlados por semáforos, estes nem sempre estão em sintonia, provocando engarrafamentos que poderiam ser evitados. As regras de circulação são impostas também aos pedestres e precisam ser obedecidas pelos carroceiros, no entanto, estes, muitas vezes menores de idade, não são preparados e não possuem carteira de habilitação. Uma categoria, entretanto, é absoluta: a dos ciclistas. Estes não atendem a nenhuma norma, circulam livremente na mão e na contra-mão, nas ruas e sobre os passeios, sem qualquer controle ou fiscalização. No passado, que não vai muito distante, todas as bicicletas eram registradas nas Prefeituras Municipais e obtinham uma pequena placa de identificação. Isto acabou, sem que a lei fosse revogada. Apenas não é mais cumprida. Esta identificação poderia auxiliar o controle. Na grande maioria das grandes cidades, o trânsito de bicicletas é controlado através de vias próprias, as chamadas ciclovias, e os ciclistas obedecem às leis de trânsito. Nas cidades planas o uso de bicicletas deveria até mesmo ser incentivado, objetivando o barateamento dos transportes, mas em Montes Claros as bicicletas estão se transformando em um verdadeiro caos. Impõe-se, já, que nas escolas sejam ministradas aulas de trânsito, isto porque, para se conduzir uma bicicleta, não é exigido nenhum documento de habilitação. Em Amsterdã, ou Amsterdão como dizem os portugueses, o uso de bicicletas chega a ultrapassar o de carros ou de motos. A cidade é plana e permite o uso desse meio de transporte não poluente. Ali, todavia, existe controle e as regras são observadas rigorosamente. Naquela metrópole, os passeios são largos e satisfazem aos pedestres. As ruas possuem pistas para carros e bicicletas e, em algumas, para bondes, e tudo funciona bem. Ali, por desatenção, quase fui atropelado por um ciclista, porque invadi distraidamente a ciclovia. Em Montes Claros, não sendo possível uma mudança das ruas, que não foram projetadas para o desenvolvimento ocorrido na cidade, por imprevisão do passado, impõe-se o estabelecimento imediato de um controle, especialmente na área central. Em conversa sobre o assunto, semana passada, com Dário Cotrim, achamos, sem sermos técnicos ou especialistas em trânsito, que algumas ruas poderiam, como ocorre com o Quarteirão do Povo, serem interditadas para o uso de veículos e os ônibus e caminhões poderiam ser desviados para fora da área central.
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| De:
José Carlos
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Data:
6/9/2008 22:02:19
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| Cidade:
Montes Claros
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| E-mail: spcrbrp@yahoo.com.br
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Aproveito este espaço para fazer coro aos descontentes: a nossa cidade precisa de muitas árvores. De quem é esta idéia de jerico de substituir o verde por pedras e concreto ?.
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| De:
Carmelita
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Data:
6/9/2008 19:50:27
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| Cidade:
M. Claros
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Apareceu alguém falando sobre a ausência de verde nas praças. Estão fazendo o mesmo na praça Flamarion Wanderley, no bairro São José. Onde havia muitas plantas, o que surge agora é um punhado de cimento, como na Rosa Mística. Está um caos aquela região. A despeito de consertar, destruíram a praça, e tudo parece ser feito pra beneficiar os donos de um supermercado, que diga-se de passagem, se especializaram em comprar prédios de Montes Claros, para em seguida destruí-los e reerguer “modernas” construções.
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| De:
Adriano
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Data:
6/9/2008 16:13:17
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| Cidade:
Ituverava/SP
País:
BR
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| E-mail: driclemente@hotmail.com
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Sds a todos. Fiquei sabendo por meio deste site a morte de um amigo meu de infância lá de Glaucilândia, Junior, filho de Paruara. Um assassinato que certamente poderia ser evitado caso respeitassem a lei de desarmamento. Na minha profissão lido com armamento, aqui no interior de SP e posso afirmar que armas são para quem usa profissionamente. Se todos se desarmassem, notícias tristes assim jamais chegaria em nossas telas.
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| De:
Lucas
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Data:
6/9/2008 15:03:34
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| Cidade:
Montes Claros
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Ridículo...Estava passando pela rua quando me pediram para parar por um minuto. O motivo era a gravação do “comercial” de um candidato a prefeito de NOSSA cidade. Parei e aproveitei pra assistir. Um sujeito com aspecto simples falava, o ríspido e emocionado tom de voz acusava: “Daqui a alguns anos sou eu!”. Tinha todo um aparato técnico, uma equipe técnica... coisa de “cidade grande”. Fingi demonstrar imparcialidade, mas na hora ri. Cada eleição que passa os candidatos perdem mais o senso de ridículo, se vendem na TV como a Coca-Cola vende seus produtos. Esquecem que o “horário político” não está lá para campanhas comerciais, afinal política não é comercio (pelo menos não deveria ser!). Srs. Candidatos, os senhores não são refrigerantes e nós não somos um público teen no intervalo da “Malhação”. Não nos subestimem...
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| De:
Francisco A. Sa ntos
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Data:
6/9/2008 11:28:05
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| Cidade:
M. Claros
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M. Claros registrou na semana passada umidade do ar de 9 por cento. Configura alerta máximo, pois os índices são os que ocorrem nos desertos mais secos do mundo. Justifica a suspensão das aulas e a interrupção de atividades físicas ao ar livre. Mas, nem isto comove as nossas "autoridades". As árvores estão sendo banidas de nossa cidade. Na praça da Rosa Mística, ao custo de 270 mil reais, a prefeitura fez uma praça sem o plantio de árvores. É um cimentão a sol aberto. Agora, vem a informação de que o canteiro surgido com a duplicação da avenida Magalhães Pinto está sendo compactado por máquinas e será utilizado por uma faixa contínua de cimento, para uso de bicicletas. Não há notícia, até aqui, de cuidados com o verde e o plantio de árvores. Napoleão Bonaparte, na França, saibam todos, plantou álamos nos caminhos (daí a palavra alameda) para que suas tropas conquistassem o mundo, expedicionando pela sombra. Montes Claros, sem chuva, com umidade em nível de calamidade e de desertos, barulhenta ao extremo, não merece dos governantes o plantio de árvores. (...) Alguns dizem que plantar grama e árvore não dá comissão e(...), mas não quero acreditar nisto. Apelo, com todas as forças de minha alma, para que a prefeitura reveja este critério absurdo que passou a adotar na minha cidade, nesta administração, construindo cimentões onde há necessidade, absoluta, de existir verde. infelizmente, o nosso bom prefeito não conta com uma assessoria técnica de forro humanista, de qualidades humanistas. São tecnocratas insensíveis, soberbos, arrogantes, que pouco ouvem a população, do alto de sua importância presunçosa. E assim vão transformando esta cidade árida num território tórrido, barulhento, inóspito, deteriorando o que era bom e permitindo que aos nossos ouvidos fale uma sugestão até então impensável há alguns anos - "é hora de partir, pois assolaram toda a terra...". Senhor prefeito, pelo amor de Deus, tome realmente em suas mãos a defesa geral, não permita que os tecnocratas estabeleçam o seu reino entre nós, pobres desvalidos de uma cidade onde a qualidade de vida se deteriora a cada minuto!! (...)
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| De:
Rita
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Data:
6/9/2008 11:12:08
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| Cidade:
Montes claros
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Fica a minha dúvida mista com revolta...o barulho dos políticos na nossa cidade está alcançando níveis absurdos...Quem se lembra que há poucos meses a prefeitura dispunha dos famosos fiscais de postura? Cadê eles agora? Deviam estar fiscalizando... Bendito seja o dia 06 de outubro e Deus nos livre do 2º turno. Amém
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| De:
Carlos Antonio
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Data:
6/9/2008 10:13:25
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| Cidade:
Moc
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Gostaria que a Secretaria de Meio ambiente, sempre "Atenciosa",com as preocupações da sociedade que a mantém, respondesse através deste Mural,as indagações várias, se no canteiro central da nova Avenida Magalhães Pinto, haverá arborização, para embelezar e dar mais qualidade de vida a nós ou sera cimentado ? Obrigado ao Mural.
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| De:
Hamilton Vianna
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Data:
5/9/2008 21:33:07
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| Cidade:
Montes Claros
País:
BRasil
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A Súmula que proibe o Nepotismo não vale para a Câmara Municipal de Montes Claros. Se valesse pelo menos 11 parentes já teriam perdido o cabide. Se o Ministério Público não atuar, farão de surdo até 31 de dezembro. No dia 01 de janeiro cumprirão a Súmula.
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| De:
Mirna Costa
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Data:
5/9/2008 20:16:54
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| Cidade:
Montes Claros
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Muito lovável a decisão do STF que proibe a prática do nepotismo no Judiciário legislativo e Executivo. Mas pelo visto, mesmo depois da súmula publica no no diário Oficial da União, ainda existe resistência por parte de alguns beneficiado em não exonerar seu parentes. Em Montes Claros,os vereadores ainda mantêm seus familiares em seus gabinetes, sendo justificado pela diretoria que não possui a relação dos parentes empregados nos gabinetes. Lembrando que são 15 vereadores e cada um tem uma verba de CR$7.000,00 apenas para pagar funcionários. É bom que a população fique atenta, pois na Assembleia Legislativa de Minas, parente de deputado0 da bancada do norte, foi exonerado de um local e nomeado em outro.
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| De:
Prefeitura
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Data:
5/9/2008 20:02:59
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| Cidade:
M. Claros
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O prefeito Athos Avelino foi comunicado na tarde desta sexta-feira, 5, pelo secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro, do asfaltamento de trecho da Estrada da Produção, entre Montes Claros e o distrito de São Pedro das Garças. O anúncio das obras será feito na próxima terça-feira, 9, às 11 horas, no Palácio da Liberdade. Segundo o secretário, o asfaltamento faz parte de um pacote de obras de infra-estrutura viária que contempla extensão que vai de São João da Ponte ao distrito de Bom Jardim. (...)
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| De:
JJ Santos
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Data:
5/9/2008 16:30:46
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| Cidade:
Montes Claros
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Por estes dias, fui à vizinha Grão Mogol, a cerca de 150 quilômetros de Montes Claros, rever esta que é cidade irmã da nossa, com o detalhe de ter carcterísticas muito especiais da antiga Vila Rica, do Tijuco e da amorável Serro Frio da Vila do Príncipe. Fui com amigos, em viagem de grande alegria. Queria conhecer os 50 quilômetros de asfalto, que depois do distrito do Barrocão ligam a BR 251 à formosa cidade alpestre, que nasceu sob o nome de Serra de Santo Antônio do Itacambiruçu. Faltam, a asfaltar, 5 kms no início, logo depois do entroncamento, e cerca de 12, na chegada de Grão Mogol. Será uma das opções de turismo de Montes Claros e de Minas, dentro de muito pouco tempo, desde que a cidade alcantilada se prepare para tal - com hotéis, pousadas e lugar de pasto. Pus-me então a recordar que Grão Mogol, na segunda década do século passado, por ter um imenso território, já acumulou mais habitantes do que o próprio município de Diamantina, reconhecidamente nossa matriz cultural. Um próprio, a pé, chamado de correio era quem levava notícias de M. Claros para lá, e de lá para cá, gastando para isto apenas dois dias - bem menos do que levaria um homem numa montaria, numa besta. Mas, este nariz de cera, além de louvar o meu hospedeiro, o atual e moderno barão de Grão Mogol, cujo nome não citarei, por modéstia comum, é para transcrever documento que tirei do livro chamado Grão Mogol. Seu autor é o ilustrado Manuel Esteves e o livro veio a lume em 1958, por ocasião do primeiro centenário daquele burgo. Gostei imensamente de uma página, em que o autor - homem honrado e culto, repito - fala de reminscências de nossa Montes Claros. Algo assim de como a vizinha cidade nos via em tempos antigos, nós os montesclarinos. É o que peço licença para transcrever. Leiam. É página bem escrita, de fatos perdidos no tempo, e que já pertencem as calendas. À leitura, pois:
Montes Claros
Manuel Esteves
MONTES CLAROS fica a 24 léguas de distancia da cidade de Grão Mogol. Nem sempre foram de boa paz as relações entre as duas cidades do sertão mineiro, porque nunca os interesses políticos da outra. Daí o estado de guerra em que, as vezes, viviam, principalmente, por ocasião das eleições. Disse um jornal de Montes Claros, em uma varoa, escrita com azedume, que em Grão Mogol, até água negava-se aos montesclarenses quando aí chegavam em função política. Um exagero, sem dúvida, mas, verdade é que a política as dividia. Como já foi dito, a distância que separa as duas cidades é 24 léguas, coisa que o correio fazia em dois dias apenas. Monteiro Lobato, no seu livro “Urupês”, fala-nos do correio a cavalo. Queremos falar aqui do correio que andava a pé. Sem que isso pareça contra-senso viajava mais depressa. A cavalo seriam precisos nada menos que 3 dias para vencer a distancia que separa uma cidade da outra. A pé bastariam somente dois dias. E a coisa se explica. É que o correio, que viaja escoteiro, come com o pé no caminho, não pára, do mesmo modo que aqueles soldados gregos, que, passando pelo rio, bebiam água na concha das mãos e iam andando sempre para a frente. Demais quem viaja a cavalo somente pousa em lugar que tenha pasto para o animal, isso é condição precípua. O correio a pé viaja pela noite a dentro e dorme em qualquer lugar, quando tem sono. Pois bem, o correio que era portador da mala para Grão Mogol, fazia a viagem em dois dia e fazia também a crônica falada de Montes Claros, Depois de passar pela agencia que, ao tempo, ficava na rua Direita, iniciava ele a peregrinação pelas vendas e , muitas vezes, dava um pulo em alguma casa entregar encomendas. Começavam aí os mexericos, Naturalmente acrescentava alguma coisa a sua conta. Em Montes Claros, diziam bebia-se muito, bebia-se demais. Só não bebia o sino da igreja e explicava: Porque vivia sempre com a boca para baixo. Pela quinta ou sexta vez contava ele a historia do Tenente Maldonado, que viera para Montes Claros com poderes discricionários, como hoje em dia se diz. Foi o caso que, em Belo Horizonte, onde já chegara a fama de Montes Claros, o Coronel Vieira Cristo dissera que só um oficial da policia, com a carta branca poderia dar jeito naquele “FarWest”. E escolheu, a dedo, aquele Tenente Maldonato (que lhe não esqueçam o nome). Com a chegada do oficial da ´policia mineira, houve pânico nos arraiais do crime. A cidade, que ainda não tinha estrada de ferro que carrega tudo, até esse refugo social, estava infestada de gente suspeita que viera de longe. Todo mundo que conhece o cinema americano sabe que muitas cidades da América do Norte, no começo, deram que fazer as autoridades policiais, porque nelas corria tanto ouro como corria sangue humano. Pois Montes Claros, no fundo do sertão mineiro, parecia uma daquelas cidades americanas. E o Tenente, que era o seu tanto arbitrário e, ainda mais, com as ordens que trouxera para dar jeito naquela gente, fez tudo e muito mais. Esbravejou, exorbitou o mais que poude e suas atribuições, espancou sem reserva, prendeu criminosos e os que não cometeram crime nenhum e os trancafiou a todos na cadeia, raspou a cabeça de alguns malandros e também das mulher da rua do Maribondo e adjacências. Pensam os senhores que depois de todas essas arbitrariedades, Montes Claros assinou termo de bom viver? Aconteceu o que ninguém esperava. O Tenente, muitas vezes ameaçado de morte, mesmo com grande destacamento, foi processado, depois transferido para outro lugar, e pior de tudo, saiu de Montes Claros com um apelido, porque trocaram-lhe uma letra do nome. Quando passava pelas ruas ouvia alguém que gritava: - “Sô Tenente Maldanado”. O Tenente olhava, não via ninguém. E o correio, maldizente que era, contava mais: Que os bailes que se realizavam antes da hora, porque rapazes de boa sociedade, entrando violentamente pelo salão, com três tiros de revólver, liquidavam primeiramente o belga pendente do teto e tudo ficava às escuras e em polvorosa. Uma vez uma moça, apavorada com a cena selvagem, ia saltando de uma das janelas do sobrado, onde se realizava o baile. Nesse tempo, Montes Claros era muito visitada pelos caixeiros-viajantes, mais conhecidos pelo nome de – cometas. -. O cometa chegava a ser um acontecimento social na cidade. Promoviam bailes em casas particulares; ao tempo, não existiam os clubes, sabiam contar, muito bem, uma anedota em primeira mão, abriam subscrições de caridade. Quem quizer conhecer bem a história dessa gente alegre e boa que hoje desapareceu, leia o livrinho “A Milho e a Carvão”, de Mario D’Ilveira, pseudônimo do jornalista Ari de Oliveira. Montes Claros seria o paraíso dos cometas, não fossem as brincadeiras malucas e de mau gosto do Coronel Sarmento que os expunham ao ridículo. Por uma certa noite muito escura (não havia luz elétrica em Montes Claros), o autor destas notas passeiava, pacatamente, pelas ruas da cidade, em companhia do saudoso amigo Eliseu Laborne. Vale, que veio a ser depois clínico notável e político. Eleito deputado, teve ocasião de proferir discursos veementes que iam incomodar, no Palácio da liberdade, o senhor Benedito Valadares. Como dizíamos, descuidados andavamos pelas ruas quando, a certa altura, dispararam alguns tiros. Imediatamente Eliseu caiu ao chão. Assustado, julgando que meu amigo estivesse ferido, ia pedir socorro quando, no escuro, ouvi sua voz que estava calma: - “Deita também se não quizer levar um tiro”. Nessa noite fizemos a mesma coisa mais uma vez, porque naquela época, em Montes Claros, quem andasse pelas ruas,de nove horas em diante, ouviria sempre o pipocar dos tiros pela noite a dentro até o amanhecer, quando então fazia uma trégua. O povo de Grão Mogol, bisbilhoteiro, perguntava muitas coisas e ouvia, com prazer, as histórias que o correio contava, ora na porta da farmácia, muitas vezes, nas vendas, entre risadas e dois dedos de cachaça. Hoje, Montes Claros é uma grande cidade. Tudo isso que se contou, se outro propósito que o de lembrar velhas histórias e velhos tempos que temos saudade, tudo isso, repetimos, ficou para trás. Montes Claros agora é uma cidade ordeira e importante de Minas Gerais. Ora, como esses fatos são de todos os lugares que começam, principalmente quando corre muito dinheiro que atrai aventureiros, tudo foi arquivado e a folha corrida de Montes Claros é limpa. É o que se quer. No ano passado, Montes Claros comemorou o seu centenário com uma festa tão brilhante que marcou época. Pois aquela cidadezinha turbulenta, que conhecemos, muitos anos atrás, quando não tinha luz elétrica nem estrada de ferro, quase desapareceu inteiramente para dar lugar a uma outra, nova em folha, com ruas arejadas e bem calçadas, belas avenidas com edifícios de cimento armado, amplas praças ajardinadas, clubes e jornais e com um movimento de grande centro comercial de primeira ordem. E assim, deixou de ser uma simples cidade do interior, como tantas outras do Estado, para ser a importante cidade de Montes Claros, também chamada pelos seus habitantes e pelos que a conhecem – Princesa do Sertão.
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| De:
Camilo
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Data:
5/9/2008 13:24:55
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| Cidade:
Glaucilândia
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Tragedia agora a pouco em Glaucilândia - Norte de Minas Gerais, um irmão matou o outro sendo o motivo uma cerca.Conforme apurado os irmãos Marcos e João (...) estava se desentendendo deste o falecimento do seu pai o Fazendeiro João Paruara, a briga seria por motivo de uma cerca de arame(colchete), e hoje por volta das 11:30H. Marcos desferiu um tiro certeiro em Júnior que morreu na hora. Um Fato Lastimável
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| De:
Marcelo Arcanjo
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Data:
5/9/2008 11:28:27
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| Cidade:
Montes Claros
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| E-mail: arcanjomarcelo@hotmail.com
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Gostaria de saber dos responsaveis pela obra morosa da Av. Governador Magalhães Pinto se eles vão deixar a população do bairro Vera Cruz, preso, sem nenhuma retorno que dê acesso a saida e a entrada na rua Nilo peçanha??? A principal avenida do bairro!!! será que vamos ter que ir lá no trevo da cowan para voltar para o parque de exposições no sentido centro???Eu não quero e não posso acreditar numa loucura destas.Pelo amor de Deus se tiver alguem que possa fazer algo impedir isso por gentileza dê um socorro a população do Vera Cruz que ela agradece.
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| De:
Lysâneas
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Data:
5/9/2008 11:14:53
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| Cidade:
BH
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O desastre na política brasileira tem uma causa bastante conhecida. Em 1978, ou no ano anterior, o "constituinte da Granja do Riacho Fundo, em Brasília", ninguém menos que o presidente general Geisel, fechou o Congresso. Em seguida, refugiou-se lá, no riacho fundo, e de lá, solitariamente, investindo-se na qualidade de constituinte único do Brasil, editou uma mini-constituição, de emergência, claro que com poderes ditatoriais. Criou a figura do senador biônico (lembra-se, senador Badaró?) e, pior ainda, criou a remuneração dos vereadores, que até então trabalhavam sem nada receber, prestando relevante serviço público. De lá para cá, transformados em eternos aproveitadores, os vereadores, acumpliciados com deputados, senadores, etc., a chamada "classe política", foram elevando seus milionários salários. Todos sabem que a vereança é a porta de entrada da política. Atraídos pelo dinheiro da população, este verdadeiro assalto, uma malta preparou o bote e (...) aos cofres públicos. Deu no que deu. Os éticos, os corretos, os melhores enfim, como sempre acontece, afastaram-se da política, e ela virou isto que aí está, até o próximo baque que forçosamente virá, por imposição da corrupção que jorra por toda parte. (...) Quem conhece a história, sabe perfeitamente como este filme terminará, com tanto esgoto moral escorrendo a céu aberto, abertíssimo, por toda parte. Definitivamente, isto em nada se assemelha como democracia.
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| De:
Paulo d`Angelis
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Data:
5/9/2008 11:09:34
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| Cidade:
Acreúna/GO
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| E-mail: dangelis@gmx.net
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Sou natural de Mato Verde norte de Minas, mas me considero Montesclarense, pois residi ai desde os 7 anos de idade, e como tal, acompanho sempre atraves do montesclaros.com as noticias desta querida terra. Gostaria de sugerir as autoridades para que tomem uma atitude contra a poluição sonora das propagandas eleitorais assim como foi feito aqui em Acreuna - GO, onde moro atualmente, cidade de aproximadamente 20.000 habitantes a 140 KM ao sul de Goiânia, devido ao abuso dos famigerados carros de som inclusive em frente a hospitais, o promotor proibiu este tipo de propaganda, permitindo somente comicios em locais previamente estabelecidos e onde não perturbe a ordem pública, e nem as entidades que carecem do silencio. Concluindo, não sei o que é pior, a poluição sonora ou a visual que filizmente foi abolida.
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| De:
José de Abreu
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Data:
5/9/2008 11:02:15
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| Cidade:
Nova Lima
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Rafael,Perfeita sua correção. Peço desculpas ao Muralistas pelo equívoca. De qualquer forma, são 17 milhões gastos, cujo retorno em termo de benefício para nossa cidade é duvidoso. Algum muralista mais experiente poderia fazer a comparação entre os vereadores de Montes Claros quando não eram remunerados e os de hoje. Se não me engano, nomes com Wanderlino Arruda, Sidnei Chaves, Simeão Ribeiro e outros foram vereadores.
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| De:
Janete
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Data:
5/9/2008 10:45:29
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| Cidade:
M. Claros
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O único acontecimento digno de nota na atual campanha eleitoral é o massacre que a "classe política" está fazendo com os eleitores, em matéria de barulho e tumulto. Um desrespeito total. Não há idéias em debate, não há exemplos de conduta pessoal, não há história de vida digna, nada, absolutamente nada. É um péssimo de exemplo num tempo que deveria ser de valorização da democracia. Parece que todos, todos, desconhecem outros tempos, duríssimos, contra os quais foi preciso lutar asperamente, com risco de vida, para se chegar a isto - uma balbúrdia sem qualificação, onde a principal característica é o desrespeito total ao cidadão. Um enxame de oportunistas (...)
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| De:
Ivanice Braga
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Data:
5/9/2008 10:32:49
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| Cidade:
Montes Claros
País:
Brasil
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Obrigado ao Montesclaros.com, ao Olavo e ao José de Abreu por mostrarem ao povo de Montes Claros a razão de tantas favelas e pessoas sem moradia na cidade. A miséria de Montes Claros se inscreve no orçamento da Câmara Municipal. Lamentável e decepcionante. Nenhum candidato até agora se propôs a lutar contra este "ralo".
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| De:
RAFAEL N
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Data:
5/9/2008 10:20:41
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| Cidade:
MONTES CLAROS
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Só para corrigir as contas, são 12 meses no ano (12 x R$ 23.875,68= 286.508,16 x 15 (vereadores)= 429.7622,40 x 4 (anos)= R$ 17.190.489, 60.Vocês multiplicaram os meses duas vezes.
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| De:
ILACIR TELLES
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Data:
5/9/2008 09:37:56
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| Cidade:
PORTEIRINHA-MG
País:
BRASIL
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Hoje, por volta de 08:00hs., provocando congestionamento quilométrico, um caminhão Mercedes bens, transitando entre as cidades de Janaúba para Porteirinha, mais precisamente na localidade de Bom Jesus, bateu, fortemente, na mureta de proteção da ponte, capotando em seguida. O motorista, provavelmente, dormiu ao volante. Interessante é que, antes do local do aludido acidente, existe placa de sinalização indicando a existência de radar, cuja velocidade máxima permitida é de 40 KM., tendo em vista tratar-se da existência de escola naquela localidade.
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| De:
Waldyr Senna
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Data:
5/9/2008 09:17:52
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| Cidade:
Montes Claros
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Coopagro enxugando gelo
Waldyr Senna Batista
Houve época em que a Sociedade rural, o Sindicato rural e a Cooperativa agropecuária (Coopagro) atuavam em bloco. As três entidades, cujo quadro social é formado praticamente pelas mesmas pessoas, costumavam até rodiziar seus dirigentes tal a afinidade que as unia. Já não é mais assim. As três, atualmente, acham-se em rota de colisão. O sindicato, presidido por Júlio Gonçalves Pereira, quer mudanças na chamada lei da “mata seca”, com o que não concorda Alexandre Viana, presidente da associação; e a Coopagro, dirigida por Lúcio Amaral, está desgarrada pelo menos do sindicato no que se refere à metodologia aplicada para o rateio de suas dívidas. Os canais de comunicação entre as três estão obstruídos. Na última assembléia dos cooperados foi aprovada proposta de cobrança parcelada de cada associado, ao longo de alguns anos, para saneamento da empresa, que já figurou entre as maiores da região e que se encontra, atualmente, em estágio pré-falimentar. Na divisão do passivo, cujo montante se aproximaria de R$ 30 milhões, caberia a cada um dos 3,4 mil sócios cerca de R$ 7 mil. Eles estão sendo notificados por correspondência e advertidos de que, se não quitarem o débito, serão acionados judicialmente. A medida tem provocado celeuma na classe rural, onde parcela expressiva de cooperados não reconhece a dívida, alegando que não deram causa ao desastre que levou a empresa à insolvência. Esses associados entendem que a cobrança tem de ser endereçada aos ex-gestores, acusados de má gestão. O Sindicato rural, entendendo que tem o dever de defender os interesses dos seus associados, fez publicar na imprensa aviso de que se dispõe a contestar na justiça a legalidade do rateio, mediante ação coletiva de inexistência de dívida. Consta que tem recebido adesão expressiva. A diretoria da Associação rural ainda não se manifestou de público, neste caso, e não se sabe se o fará. Na ação em preparo será alegada, além da improcedência da cobrança, a forma usada para o pretendido rateio, que estaria em desacordo com os estatutos da entidade. A lei 5764, que regula o cooperativismo no Brasil, prevê dois critérios para os casos de liquidação das cooperativas: o rateio igual para todos, como está sendo proposto, e o de distribuição proporcional, cabendo parcela maior para quem mais utilizou os serviços da entidade, podendo deixar de fora os associados que adquiriram quota de capital e não fizeram uso dos serviços. A diretoria da Coopagro argumenta que está agindo dentro da lei, contudo, sem levar em conta que, nos estatutos, fez-se a opção pelo critério da proporcionalidade. Para agir agora de forma diferente, seria necessário, antes, modificar os estatutos. O assunto está em franca ebulição nos meios ruralistas, tendendo até a superar o da seca que se vizinha. E certamente fará com que, no dia 22 próximo,seja numerosa a presença de cooperados na assembléia extraordinária que está sendo convocada. A pauta prevista não se refere especificamente à questão do rateio, mas é de se esperar que este tema acabará suplantando os dois itens do edital: pedido de autorização para alienação de bens imóveis para cobrir dívidas junto ao INSS e a instituições financeiras, e discussão de forma para exploração da usina de beneficiamento de leite. A atual diretoria da Coopagro foi eleita com a finalidade de tentar soerguer a empresa, tendo adotado medidas saneadoras, como a cessão de parte se sua sede ao Estado para pagar dívidas de ICMS, e o aluguel do supermercado, do posto de gasolina e da usina de beneficiamento de algodão. Mas elas estão longe de ser a solução definitiva do problema, que seria a liquidação extrajudicial da entidade. Neste caso, todo o patrimônio seria vendido para liquidação das dívidas e, sendo insuficiente, então sim os associados seriam chamados a cobrir o que faltar. Fora disso, na opinião de especialistas no assunto, as medidas até agora adotadas seriam como enxugar gelo, com o risco de os juros e a correção sobre a monstruosa dívida consumir o patrimônio. Para evitar isso, as três entidades deveriam deixar de lado as divergências que as separam e se ocuparem do que realmente interessa.
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| De:
Elizabeth
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Data:
5/9/2008 09:05:58
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| Cidade:
M. Claros
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Os políticos estão pensando que por muito repetirem seus nomes, através de carros, bicicletas, carrocinhas e outros meios barulhentos, serão votados pela população. O tiro pode sair pela culatra. Quem trabalha, mora ou passa pelo centro da cidade não suporta mais o barulho. Às vezes, tem 3 "barulhos" do mesmo candidato, no mesmo quarteirão. Tudo indica que a população votará contra quem mais causa barulho. A dúvida é: não tem ninguém, capaz, orientando estes políticos, ou a intenção deles é mesmo massacrar o eleitor, antes mesmo da eleição? O detalhe é que nenhum, nenhum dos candidatos demonstra ter compaixão por quem vai votar. Nem agora, nem depois. (...)
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| De:
ELEITOR
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Data:
5/9/2008 08:18:43
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| Cidade:
MOC-MG
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Ontem, na porta da Santa Casa consegui contar 06 carros de som que passaram na porta daquele logradouro (em apenas 20 minutos) com o som ao extremo fazendo propaganda política dos 03 nomes de expressão que concorrem a cadeira de prefeito.Lembrem-se, hospital e barulho não combinam, atenção meio ambiente!!!!
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| De:
José de Abreu
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Data:
5/9/2008 08:06:45
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| Cidade:
Nova Lima
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Complementando a Mensagem de Olavo Almeida, fiz as contas e cheguei aos seguintes números para cada vereador: R$ 23.875,68 x 12 meses = R$ 286.508,16/ano x 48 meses = R$ 13.752.391,68. Isso mesmo. Quase 14 milhões por um mandato. Agora, se você multiplica esse valor por 15 vereadores, sabe quanto dá: exatos, R$206.285.875,20 ou o equivalente a 11.460 casas populares.
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| De:
Olavo Almeida
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Data:
4/9/2008 18:28:20
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| Cidade:
Montes Claros
País:
BRASIL
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Informando ao muralista, cada vereador em Montes Claros tem um custo ao final de cada m~es de R$23.875,68. Isto inclui subsídios, verba de gabinete, telefone, correio e os demais serviços colocados à sua disposição. Se multipliado por 12 (MESES DO ANOS) e por 15 (NUMERO DE VEREADORES) e depois por 48 (NUMERO DE MESES DO MANDATO), pode-se perceber o quanto de dinheiro entra pelo ralo.
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| De:
Leonardo Duarte
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Data:
4/9/2008 17:58:57
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| Cidade:
Montes Claros
País:
Brasil
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Olha pessoal. Realmente é uma tragédia perder pessoas desta forma. No local houve muita comoção. O que posso dizer é que o motorista antes do sinal abrir fez corretamente a sinalização com seta de conversão à direita. O que ocorre que a condutora da moto não prestou a devida atenção e acabou invadindo um espaço que não era seu naquele momento. Quanto a questão do tráfego em Montes Claros, quero responsabilizar um ultrapassado plano diretor feito em administrações passadas que não vislumbrou o crescimento da cidade. Percebo que estamos melhorando. Porém os condutores de veículos, pedestres, ciclistas, motociclistas também devem ajudar, pois estão muito mal educados e impacientes no trânsito.
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| De:
Jaderson B. de Oliveira
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